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APOIO |
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APOIO A INICIATIVA EMPREENDEDORA
Um grande número de pessoas tem seus nomes incluídos por empresas maringaenses no SCPC, isso torna inacessível para essas pessoas o crédito em instituições bancárias formais e seus benefícios. Quando têm acesso, acabam submetendo-se a taxas de juros muito elevadas e entrando na ciranda financeira da dependência.
Criada pela FUNDACIM (Instituto de Responsabilidade Social de Maringá) em 27/12/02, a APOIO a Iniciativa Empreendedora abre as portas para essa população acessar financiamento de baixo custo, através da microfinança, facilitando os investimentos em geração de trabalho e renda, possibilitando a compra de bens de consumo e o resgate do “nome na praça”.
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CRÉDITO SOLIDÁRIO PARA CONSUMO
O Primeiro produto criado pela Apoio à Iniciativa Empreendedora – APOIO foi o “Crédito Solidário Para Consumo” é um produto diferenciado de tudo que existe hoje no mercado. Além de ser um crédito pessoal, sem necessidade de avalista, sem garantias, sem necessidade de aprovação de cadastro e com as menores taxas do mercado, também tem um caráter educativo, buscando orientar o solicitante na utilização do recurso liberado.
Esse produto tem principalmente uma função social e foi criado para:
- Ajudar trabalhadores a recuperar seu crédito no comércio (“limpar” o nome no SCPC e Serasa).
- Possibilitar trabalhadores a adquirir bens de consumo duráveis como geladeiras, computadores e outros.
- Possibilitar trabalhadores a liquidar qualquer tipo de débito, sem a necessidade de recorrer às financeiras que praticam taxas exorbitantes.
- Evitar problemas judiciais para empregadores que fazem empréstimos informais aos seus funcionários. Além do empréstimo não onerar o capital de giro da empresa.
O “Crédito Para Consumo” foi criado para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores de Maringá.
Outros produtos como “Crédito Produtivo”, “Crédito Educativo” e “Sistema de Poupança Programada” estão sendo formatados e em breve serão lançados.
“Para conceituar a microfinança devemos nos perguntar se podemos ter instrumentos financeiros que permitam uma democratização das relações econômicas, criem condições para um desenvolvimento humano, fortaleçam o trabalho social acumulado em cada território, respondam às necessidades básicas de cada comunidade, priorizem os excluídos do sistema bancário tradicional, e tenham suas ações pautadas pela ética e solidariedade.”
(ibam, 2003) |
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CUSTO EFETIVO TOTAL
A partir da primeira quinzena de março 2008 o Banco Central através da Instrução Normativa 3517 exigiu que todos os contratos de crédito apresentem o chamado Custo Efetivo Total - CET, que é a soma de todos os custos incidentes sobre os contratos, inclusive a Tarifa de Abertura de Crédito - TAC, o Imposto Sobre Operações Financeiras - IOF e qualquer outro custo que seja repassado para o tomador de crédito.
A APOIO - Apoio disponibiliza em sua área de downloads uma planilha para o cálculo do CET. |
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